Qual personagem de Kino’s Journey você é?
Pronto para pegar a estrada? Este teste de personalidade é o seu passaporte para descobrir qual viajante inesquecível desta aventura instigante combina com sua visão de vida. Você é calmo sob pressão, infinitamente curioso, discretamente sábio ou está sempre em busca do próximo horizonte? Responda a algumas perguntas divertidas e descubra qual alma errante é mais parecida com você, em uma jornada cheia de aventuras.

Sobre “Kino’s Journey”
Nesta aventura, Kino’s Journey: The Beautiful World, conhecido como Kino no Tabi, é um anime filosófico que acompanha Kino e a motocicleta falante Hermes enquanto viajam por países estranhos, ficando apenas três dias em cada um. Cada destino tem seus próprios costumes, crenças e dilemas morais, transformando cada jornada em uma história fascinante sobre a humanidade, a liberdade e as muitas maneiras diferentes pelas quais as pessoas escolhem viver.
Conheça os personagens de Kino’s Journey
Kino

Kino é aquele tipo de personagem que parece sempre estar meio fora do centro do mundo, sabe? Calma, observadora, prática, mas com uma sensibilidade que aparece do nada e te pega desprevenido. Ela fala pouco às vezes, mas quando fala, vem com um peso estranho, como se tivesse visto coisas demais e ainda assim continuasse curiosa. Tem uma vibe meio fria por fora, mas não é falta de sentimento não — é mais aquele jeito de guardar tudo bem fundo e seguir andando.
Hermes

Hermes é o companheiro que nunca deixa a viagem ficar sem graça, e sinceramente, ele ama falar, perguntar, comentar, implicar, às vezes tudo ao mesmo tempo. Tem esse humor leve e meio metido, mas não de um jeito chato; é mais como se ele estivesse sempre tentando aliviar o clima, mesmo quando ninguém pediu. E tem horas que parece só a motocicleta tagarela, mas depois solta uma observação tão certeira que você percebe que ele entende muito mais do que finge. Ele é rápido, espirituoso, e meio dramático às vezes, o que combina demais com ele, honestamente.
Riku

Riku tem aquela presença de alguém que já sofreu bastante, mas que não ficou quebrado por isso — ou pelo menos não completamente. Ele é quieto, leal e tem uma dignidade meio cansada, dessas que não precisam ser anunciadas. Ao mesmo tempo, dá pra sentir que ele carrega muita coisa por dentro, e isso deixa cada ação dele com um peso enorme, mesmo quando ele está só observando. Tem algo de protetor nele também, tipo alguém que tenta fazer o certo do jeito que dá, mesmo sem garantia nenhuma.
Shizu

Shizu passa uma energia de nobreza meio séria, meio teimosa, como se estivesse sempre tentando provar alguma coisa, inclusive pra si mesmo. Ele tem esse ar formal, mas não é rígido de um jeito chato — às vezes ele escorrega, fica ansioso, toma decisões meio impulsivas, e isso só o deixa mais interessante. No fundo, parece alguém que quer justiça, ou pelo menos alguma forma de ordem, mas sem perder totalmente a humanidade no caminho. E, curiosamente, tem um lado mais vulnerável do que ele deixa transparecer, como se a armadura social dele fosse um pouco torta em alguns lugares.
Nimya Tchuhachkova

Nimya Tchuhachkova tem aquela energia de personagem que chega e muda o clima da cena sem nem parecer que está tentando. Ela pode soar simpática num momento e logo depois ficar imprevisível, quase estranha, o que sinceramente é parte do charme. Dá a impressão de ser alguém muito atenta ao que acontece ao redor, mas também um pouco presa no próprio jeito de ver o mundo. E tem uma coisa nela que parece delicada, mas não frágil — tipo porcelana que, sei lá, também sabe cortar.
Shishou

Shishou é um daqueles personagens que parecem carregar história até no silêncio. Tem um ar sábio, cansado, até um pouco distante, como se já tivesse visto o suficiente para não se impressionar fácil — mas aí você percebe que ele ainda liga, sim, só que de um jeito muito contido. Ele tende a ser uma figura de orientação, quase um ponto de referência, embora não passe a sensação de estar querendo ser isso. E, honestamente, tem uma presença meio difícil de explicar, porque às vezes ele parece imponente e às vezes parece só um velho teimoso que sabe mais do que admite.
Sakura

Sakura tem uma doçura muito particular, daquelas que não são totalmente suaves o tempo todo, porque ela também carrega uma tristeza quieta no fundo. Ela parece gentil, paciente e quase luminosa em certos momentos, mas não de um jeito ingênuo — tem sempre uma camada de experiência ali, como se o sorriso viesse depois de pensar bastante. Ao mesmo tempo, dá pra sentir que ela é mais forte do que aparenta, mesmo quando está frágil ou distante. É um tipo de personagem que fica na cabeça porque mistura ternura e melancolia de um jeito que dói um pouquinho, mas de um jeito bonito.





