Qual personagem de Reborn! você é?
Você está prestes a entrar no mundo da Família Vongola e descobrir qual lutador inesquecível combina com a sua personalidade. Você é um líder destemido, um amigo leal ou uma carta na manga que mantém todo mundo adivinhando? Responda às perguntas, confie nos seus instintos e descubra qual personagem de Reborn! realmente compartilha do seu espírito neste universo de ação e rivalidade.

Sobre “Reborn!”
Reborn! (Katekyō Hitman Reborn!) acompanha Tsunayoshi Sawada, um estudante comum do ensino médio cuja vida muda quando um assassino bebê chamado Reborn chega para treiná-lo como o futuro chefe da Família Vongola da máfia. O que começa como uma comédia excêntrica rapidamente se transforma em uma aventura repleta de ação, com batalhas poderosas, guardiões leais, famílias rivais e um surpreendente desenvolvimento dos personagens. Em 2025, a série alcançou novos públicos por meio de lançamentos oficiais em streaming em inglês.
Conheça os personagens de Reborn!
Chrome Dokuro

Chrome Dokuro é aquela personagem que parece quietinha demais no começo, mas aí você percebe que tem uma presença super marcante, sabe? Ela é meio misteriosa, meio frágil, e ao mesmo tempo tem uma força estranha que não dá pra ignorar. Sempre passa uma vibe de alguém que observa tudo com calma, como se estivesse guardando mil coisas na cabeça — e talvez esteja mesmo. Tem um lado mais delicado, mas também umas pontas bem firmes, e isso faz dela uma personagem que fica na mente da gente por muito tempo.
Hayato Gokudera

Hayato Gokudera é puro caos organizado em forma de pessoa, juro. Explosivo, intenso, dramático até quando tenta parecer só “profissional”, ele vive falando alto com o coração na mão e uma lealdade absurda na outra. O cara é impulsivo, vive se jogando nas situações sem pensar muito, mas também tem um cérebro afiado e resolve um monte de coisa no meio do surto. E, sei lá, ele tem essa energia de quem parece estar sempre a dois passos de brigar com alguém e de proteger essa mesma pessoa com a própria vida.
Kyouya Hibari

Kyouya Hibari é aquele tipo de personagem que entra e o clima muda na hora, sem nem pedir licença. Frio, independente e completamente alérgico a qualquer tentativa de controle, ele parece viver num mundo onde só a própria regra importa — e isso é muito ele. Tem uma presença assustadora, mas também um senso de honra meio torto que aparece de vez em quando, como se ele realmente se importasse, só que do jeito mais Hibari possível. E ele é forte, tipo forte mesmo, daquelas pessoas que parecem não precisar de ninguém… mesmo que, às vezes, a gente jure que ele está prestando atenção em tudo.
Lambo

Lambo é basicamente a definição de caos fofo, e eu digo isso com carinho. Ele é barulhento, bagunceiro, birrento e ao mesmo tempo tão pequeno e insistente que vira impossível não reparar nele. Tem essa energia de criança que quer ser levada a sério o tempo todo, mas também meio que transforma qualquer cena numa comédia sem querer. E olha, mesmo quando ele está sendo irritante, sempre aparece um lado mais inocente ali, como se ele fosse muito mais complicado do que só “o bebê chato” — porque não, ele também é isso, mas não só isso.
Reborn

Reborn é pequeno, elegante e absolutamente assustador, o que honestamente é uma combinação impecável. Ele passa aquela vibe de mentor que sabe de tudo, controla tudo, e provavelmente já decidiu seu destino antes mesmo de você abrir a boca. Tem um humor seco, uma paciência suspeita e um talento incrível pra parecer ao mesmo tempo professor, assassino e juiz da alma alheia. E ainda assim, de algum jeito, ele vira uma figura central e quase impossível de ignorar, porque sempre parece estar uns cinco passos à frente de todo mundo.
Mukuro Rokudou

Mukuro Rokudou é o tipo de personagem que parece ter saído direto de um sonho estranho — ou de um pesadelo estiloso, sei lá. Ele é misterioso, provocador e tem uma presença que mistura charme, manipulação e um ar de “eu sei mais do que você imagina”. Sempre tem aquela sensação de que ele está brincando com as pessoas, mas também existe algo bem mais fundo, quase triste, escondido por trás de toda a pose. E ele muda o clima da história só por aparecer, porque Mukuro nunca chega de forma simples, né? Nunca mesmo.
Ryouhei Sasagawa

Ryouhei Sasagawa é energia pura, grito puro, músculo puro — mas não no sentido vazio, sabe? Ele é extrovertido, exagerado e tão motivado que parece viver num treino eterno, sempre falando sobre “o máximo” como se fosse religião. Ao mesmo tempo, tem um coração enorme e uma sinceridade meio desarmante, daquelas que fazem ele parecer bem mais gentil do que a primeira impressão sugere. Ele é o tipo de personagem que entra correndo na cena e deixa tudo mais leve, mais barulhento e mais absurdamente divertido.
Tsunayoshi Sawada

Tsunayoshi Sawada começa como aquele personagem que você olha e pensa “esse aí vai sofrer muito”, e bem… sim, ele sofre mesmo. É inseguro, atrapalhado e vive se achando insuficiente, mas justamente por isso ele cresce de um jeito muito bonito, meio inesperado até. No fundo ele tem uma responsabilidade absurda nas costas e um senso de dever que aparece quando importa, mesmo que ele tente fugir disso por cinco segundos antes. E o mais legal é que Tsuna nunca perde totalmente aquela humanidade meio desajeitada, o que faz dele tão fácil de amar.
Takeshi Yamamoto

Takeshi Yamamoto é o tipo de personagem que parece sempre relaxado demais pra ser real, e talvez esse seja exatamente o truque dele. Sorridente, tranquilo, amigável e com uma facilidade enorme pra se dar bem com todo mundo, ele traz uma leveza quase boba — quase, porque tem muito mais coisa ali. Quando a situação aperta, ele muda sem fazer alarde, e isso dá um charme enorme, tipo “ah, então você também é perigoso, né?”. Ele é simples de um jeito que não é simples, se isso fizer algum sentido, e honestamente faz pra quem gosta dele.
Superbi Squalo

Superbi Squalo é barulho, arrogância e lâminas emocionais em forma de pessoa. Ele grita, reclama, explode com facilidade e age como se todo mundo ao redor estivesse sempre fazendo tudo errado, o que é meio engraçado e meio assustador. Mas aí você percebe que essa intensidade toda vem junto de uma lealdade ferrenha e de uma competência absurda, então pronto: o caos faz sentido. Ele é dramático até quando está quieto — quer dizer, “quieto” é força de expressão, porque Squalo nunca é exatamente quieto, né?





