Qual personagem de Rascal Does Not Dream of Santa Claus você é?
Você está prestes a descobrir qual personalidade inesquecível deste romance sobrenatural combina mais com você. Você é a voz calma da razão, o coração destemido ou alguém que discretamente carrega todo mundo? Responda a algumas perguntas divertidas, confie no seu instinto e veja qual personagem combina com o seu jeito — especialmente se você gosta de histórias com um toque sobrenatural.

Sobre “Rascal Does Not Dream of Santa Claus”
Rascal Does Not Dream of Santa Claus (Seishun Buta Yarou wa Santa Claus no Yume wo Minai) continua a adorada romance sobrenatural enquanto Sakuta começa a vida universitária ao lado de Mai. Enquanto se adapta a um novo capítulo, ele encontra novos casos de Síndrome da Adolescência envolvendo sonhos misteriosos, rumores nas redes sociais e fenômenos estranhos que afetam rostos novos e familiares. Misturando relacionamentos cheios de emoção, diálogos espirituosos e mistérios emocionantes, a série explora o amadurecimento sem perder seu charme característico.
Conheça os personagens de Rascal Does Not Dream of Santa Claus
Sakuta Azusagawa

Sakuta é aquele tipo de personagem que parece estar sempre meio cansado da vida, mas ainda assim vai lá e resolve as coisas do jeito dele, sem fazer discurso bonito nem nada. Ele tem uma franqueza seca que às vezes beira o absurdo, e justamente por isso ele acaba sendo mais engraçado e mais afiado do que parece num primeiro olhar. Só que, né, por trás dessa pose meio desencanada, ele é absurdamente leal e percebe as coisas quando ninguém mais percebe. E tem essa coisa dele agir como se tudo fosse simples, quando na verdade ele carrega um monte de peso no peito — bem a cara dele, aliás.
Miniskirt Santa

Miniskirt Santa é uma presença estranha e impossível de ignorar, meio mística, meio “isso aqui tá acontecendo mesmo?”. Ela aparece com aquela vibe de lenda urbana ambulante, toda enigmática, mas ao mesmo tempo parece saber mais do que deveria sobre as dores e confusões das pessoas ao redor. Tem um ar de delicadeza que engana, porque ela passa essa sensação de ser leve e quase brincalhona, só que com um fundo bem sério, quase triste. E sim, ela tem esse jeito de figura inesperada que bagunça tudo sem pedir licença, o que honestamente é parte do encanto dela.
Mai Sakurajima

Mai é elegante de um jeito que nem parece esforço, tipo ela entra na cena e pronto, o ambiente muda. Ela tem aquela mistura deliciosa de calma, inteligência e ironia suave, como se estivesse sempre um passo à frente e ainda assim achasse tudo um pouco ridículo. O legal é que ela consegue ser super contida e super intensa ao mesmo tempo, o que faz dela uma personagem que domina qualquer momento sem precisar levantar a voz. E, por mais que pareça sempre impecável, tem uma vulnerabilidade ali que aparece nos detalhes pequenos, nos silêncios, nas reações que ela tenta esconder mas não consegue totalmente.
Ikumi Akagi

Ikumi passa uma energia bem prática, direta, quase “vamos resolver isso logo”, e isso faz dela uma presença bem refrescante. Ela não parece ficar alimentando drama à toa, mas também não é fria; tem um jeito observador que dá a sensação de que ela entende mais do que deixa transparecer. Às vezes ela soa séria demais, em outras momentos parece surpreendentemente leve, como se dependesse muito do clima da conversa — ou do humor dela, vai saber. E tem algo nela que mistura firmeza com uma vulnerabilidade escondida, tipo alguém que aprendeu a se proteger sem perder totalmente a doçura.
Kaede Azusagawa

Kaede é uma personagem cheia de ternura, mas não daquela forma simples e previsível; ela tem um jeitinho muito particular, quase artesanal, de ocupar espaço no coração da história. Ela parece delicada, porém também mostra uma força enorme quando precisa, só que essa força aparece em pedaços pequenos, meio tímidos, o que deixa tudo ainda mais forte de verdade. Tem momentos em que ela passa uma sensação de pureza e fragilidade, e em outros ela surpreende com uma determinação silenciosa que pega a gente desprevenido. E honestamente, ela é o tipo de personagem que faz você querer torcer por cada passo pequeno, porque cada passo dela parece significar alguma coisa enorme.
Rio Futaba

Rio é o cérebro funcionando em modo quase constante, aquela pessoa que observa tudo com uma precisão meio assustadora e comenta com uma frieza que às vezes é só fachada. Ela tem uma personalidade bem racional, mas nunca vira só “a inteligente do grupo”, porque existe um cansaço humano ali, uma estranheza, um lado quase deslocado que deixa ela muito mais interessante. Às vezes parece que ela prefere fórmulas e lógica a sentimentos, mas no fundo isso é só o jeito dela de tentar organizar o caos — e o caos, claro, insiste em vencer de vez em quando. O resultado é uma personagem afiada, divertida de um jeito seco e, sinceramente, muito fácil de gostar justamente porque ela nunca se esforça demais para isso.
Tomoe Koga

Tomoe é aquela personagem que entra parecendo toda certinha e preocupada com a imagem, mas rapidinho você percebe que ela tem muito mais camadas do que tenta mostrar. Ela é esperta, socialmente esperta mesmo, daquele tipo que lê a sala num segundo e já sabe onde estão os riscos. Só que junto disso existe uma ansiedade bem humana, uma insegurança que faz ela parecer ainda mais real, porque às vezes ela quer controlar tudo e ao mesmo tempo só quer ser aceita, né, basicamente o coração da coisa toda. E tem algo muito simpático nela, porque mesmo quando ela tenta bancar a firmeza, sempre escapa um lado meio atrapalhado, meio emocional, que entrega tudo.
Shouko Makinohara

Shouko tem uma aura quase etérea, como se sempre estivesse um pouquinho fora do alcance normal das pessoas ao redor. Ela passa uma serenidade muito bonita, mas não é uma serenidade vazia; tem peso, tem história, tem aquele sentimento de que cada gesto dela carrega alguma coisa maior. Ao mesmo tempo, existe nela uma doçura bem concreta, daquelas que ficam mais fortes quanto mais você olha. E, sei lá, ela tem esse efeito meio misterioso de parecer ao mesmo tempo distante e incrivelmente importante, o que é uma combinação que pega de jeito.
Nodoka Toyohama

Nodoka é puro nervo, energia e comparação com todo mundo ao redor — mas, tipo, de um jeito que dá pra sentir a insegurança vibrando por baixo de cada fala. Ela pode parecer explosiva e competitiva, sempre pronta pra reagir no impulso, e isso faz ela se destacar rapidinho em qualquer cena. Só que o que realmente prende é como essa postura toda esconde um monte de frustração, carinho mal administrado e vontade de ser levada a sério. Às vezes ela soa durona demais, às vezes cai num lado mais sensível e até meio bagunçado, e é exatamente isso que faz ela parecer tão viva.





