Quem é você de “Classroom of the Elite” com base nas suas preferências alimentares?
Você é fã de Classroom of the Elite e está curioso para saber qual personagem do anime melhor representa suas preferências alimentares? Faça nosso quiz agora e descubra! Neste quiz, você responderá a perguntas sobre seus alimentos favoritos e como gosta de apreciá-los, tudo com aquele clima de jogo psicológico. Com base nas suas respostas, nós o associaremos a um dos personagens memoráveis de Classroom of the Elite. Então, o que você está esperando? Role para baixo e clique no botão Start para começar!

Sobre Classroom of the Elite em poucas palavras:
Classroom of the Elite é uma série de light novels japonesa escrita por Syohgo Kinugasa e ilustrada por Shunsaku Tomose. Posteriormente, ela foi adaptada para uma série de anime em 2017. A história acompanha um grupo de estudantes em uma prestigiosa escola de ensino médio chamada Kodo Ikusei Senior High School, onde os alunos são classificados com base em seu desempenho acadêmico. O anime explora as complexas relações e dinâmicas de poder entre os estudantes enquanto eles se esforçam para subir na classificação e manter seu status social, em um ambiente típico de vida escolar competitiva e com toques de animação japonesa.
Conheça os personagens da Sala de Elite
Ayanokojie Kiyotaka
Gente, Ayanokojie é aquele tipo de personagem que te deixa desconfortável e fascinado ao mesmo tempo — silêncio mortal, olhar que parece calcular o futuro inteiro. Ele é frio, metódico e absurdamente competente em qualquer coisa que faça (às vezes jura que é preguiça,/outra hora parece um gênio escondido, vai entender). Meio enigmático, sempre subestima todo mundo na cara dura e aí BAM, vira a partida sem sinal — adorei esse jeitão de “não quero atenção, mas controlo tudo”. Ah, e pequeno detalhe bobo: jura que não gosta de chocolate, mas tem uma barra escondida em algum lugar, certeza absoluta.
Sakayanagi Arisu
Arisu é puro estrelato intelectual, rainha nata com aquele sorriso cortante que corta mais que faca; ela domina a sala como se fosse um xadrez humano. Orgulhosa, estratégica e absolutamente obcecada por eficiência — e sim, ela pode ser fria, mas não é só maldade, tem um senso de justiça muito próprio. Ela tem um amor quase perverso por jogos psicológicos (e por roupas caras, porque claro), e sempre tem um plano B, C e uma lista de contingências. Curiosidade: às vezes ela parece gostar de coisas fofas — raro! — e você fica tipo “sério?” e aí ela dá um sorriso satisfeito.
Horikita Manabu
Manabu é aquele irmão gêmeo de ambição, sério como um juiz e com cara de que come livros no café da manhã; obcecado por mérito e ordem. Ele é direto, prático, e tem um senso de liderança que é quase irritante de tão eficaz — tipo, como pode ser tão organizado? Apesar da fachada de pedra, tem um lado meio paternal (às vezes meio autoritário também), e dá pra ver que ele se importa, só que não sabe filmar sentimentalismo. Pequeno detalhe: às vezes se perde em planilhas e sente falta de coisas simples como um pôr do sol — ou pelo menos finge que sente.
Miyabi Nagumo
Miyabi tem um jeito mais suave, mas não se engane: tem força de vontade e uma calma que engana quem não presta atenção. Ela é paciente, observadora e absurdamente persistente, tipo aquele jogador silencioso que espera o momento certo pra dar o cheque-mate. Gosto que ela não precisa gritar pra impor presença — um olhar e pronto — e tem um lado maternal confuso que aparece de vez em quando (ele adora plantas? tem uma caneca com desenhos estranhos, juro). Às vezes age como se fosse tímida, noutras vezes é quem resolve crises no micro-ondas da sala — contraditória e humana, adorei.
Koenji Rokusuke
Koenji é espetáculo puro, meio palhaço, meio estrategista — imprevisível e delicioso de assistir. Ele dramatiza tudo, faz humor, já parece que está numa peça, mas quando o jogo fica sério, tem um lado frio e calculista que ninguém esperava (tipo “certo, ele não é só palhaço”). Ele gosta de chamar atenção, mas também joga as pessoas umas contra as outras com uma habilidade perturbadora; sinceramente, é divertido e assustador ao mesmo tempo. Ah, e detalhe estranho: ama música alta e também coleciona canetas, não me pergunte por quê, só funciona.
Ichika Amasawa
Ichika é aquele sopro de energia que não vai deixar ninguém ficar parado — competitiva, prática e com um sorriso que mascara um nervo de aço. Determinada, atlética talvez, ela não foge do trabalho duro e tem um senso de honra bem marcado (vai defender o time até o fim). Ela pode ser direta demais às vezes, o que é adorável e meio rude, e tem um senso de justiça bem enraizado — não tolera injustiça, ponto. Mini-peculiaridade: come rápido demais quando está nervosa e às vezes esquece de responder mensagens — humana!
Ryuen Kakeru
Ryuen é basicamente a tempestade: carismático, cruel e com um ego que você sente de longe; ele impõe respeito e medo na mesma medida. Ele é manipulador e obcecado por poder, sempre com planos grandes e métodos questionáveis (ok, muitas vezes violentos), e tem essa habilidade de fazer aliados e inimigos se perguntarem se ele sorri por educação ou por prazer mesmo. Tem um lado teatral — gesticula demais — e um gosto por desafios extremos (e por controlar pessoas, fala sério). Curioso: às vezes parece meio sentimental com certas memórias, juro, e isso te pega desprevenido.
Ichinose Honami
Honami é o coração da turma, genuína, organizada e aquele tipo de pessoa que resolve conflitos com um aceno e um plano melhor que o seu. Ela é responsável, muito empática e tem um jeitinho de líder natural que não precisa mandar gritando — inspira, simples assim. Também não é perfeita: fica indecisa em coisas pessoais, como se dissesse “faço tudo pelos outros, e eu?” — e isso é fofo e triste ao mesmo tempo. Pequeno detalhe: adora doces caseiros e tem uma playlist inteira de músicas calmas que coloca quando estuda — vibe.
Horikita Suzune
Suzune é intensidade pura: focada, orgulhosa e com um senso de justiça que queima por dentro — perfeccionista ao extremo. Ela cresce muito ao longo da história, fica menos ríspida (mas ainda sarcástica) e mostra que liderança não é só mandar, é carregar responsabilidade nas costas. É meio avessa a conversas fiadas, prefere eficiência, mas tem momentos inesperados de vulnerabilidade que te pegam desprevenido (tipo quando ela tenta esconder que riu alto lendo algo bobo). E detalhe aleatório: coleciona recados amassados na mochila, não sei por quê, talvez superstição — humano demais.
