Willow: Qual personagem você é?
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Sobre Willow em poucas palavras:
Ok, Kit é aquele herói um pouco desgrenhado, sempre em movimento, que parece ter saído de uma briga de taverna e ainda assim tem um sorriso no rosto — em partes iguais malandro e confiável. Ele fala rápido demais, bebe chá como se fosse uma tábua de salvação (mas não pergunte de que tipo), e pode ficar de repente muito, muito sério quando as coisas realmente importam — o que é uma mudança de humor que você vai amar em segredo. Ele é o amigo que esquece datas importantes, mas lembra de maldições arcanas, e mantém uma coleção ridícula de soldados de chumbo que insiste serem “auxílios estratégicos” (ou talvez isso seja só uma desculpa). Além disso, ele é corajoso de um jeito desajeitado e barulhento e provavelmente vai quebrar uma ou duas regras porque regras são mais interessantes quando são dobradas — especialmente quando a aventura chama.
Conheça os personagens de Salgueiro
Kit Tanthalos
Kit é aquele tipo de personagem que entra numa sala e já sabe como virar a cena a seu favor — meio ladrão carismático, meio herói por acidente. Tem sarcasmo na ponta da língua e uma lealdade surpreendente que aparece nas horas mais estranhas (tipo resgatar um gato do telhado no meio da noite, serio). Odeia regras, mas secretamente tem uma rotina detalhada de manhã — eu juro que isso faz sentido, só que talvez não de manhã. Ah, e ele lembra de mapas como ninguém, mas esquece nomes de pessoas o tempo todo; é contraditório e perfeito desse jeito.
Elora Danan
Elora é praticamente aura ambulante, a escolhida que tenta ser normal e acaba quebrando expectativas com um sorriso tímido. Tem uma calma antiga, fala pouco às vezes e quando fala parece que a floresta inteira escuta — e também coleciona botões estranhos (não pergunte por quê). É gentil, feroz quando precisa e meio ingênua em coisas do dia a dia, tipo lidar com protocolinhos sociais; dá vontade de proteger e sacudir ao mesmo tempo. Às vezes parece que ela sabe o fim de tudo, às vezes esquece onde deixou a capa; misticismo com toques humanos.
Willow Ufgood
Willow é o sábio da turma com botas enlameadas e um riso fácil, um coração de madeira que faz chá como ninguém e conserta coisas com fita e canções. Ele fala em provérbios e histórias curtas, mas também solta piadinhas bobas no momento mais inapropriado — amorzinho confuso. Adora fungos (sim, tem opiniões fortes sobre cogumelos) e tem uma sensibilidade pra natureza que o faz chorar com uma árvore caindo; ao mesmo tempo é praticão e sabe consertar uma carroça com palha e fio de arame. É tímido e barulhento de um jeito que você não esperava, mas funciona.
Jade Claymore
Jade é pura lâmina e disciplina, uma guerreira que treina até o chão tremer e guarda segredos como quem guarda mapas do tesouro. Tem um senso de honra que bate de frente com humor seco e, às vezes, um riso alto que aparece do nada — tipo, surpresa geral. Odeia ostentação (mas sempre usa aquele anel meio feio que tem um significado gigante), é sentimental só que não admite — e aí mente feio. A presença dela impõe respeito, mas se você a pega cozinhando às 3 da manhã por saudade, aí entendeu a contradição.
Graydon Hastur
Graydon parece saído de um romance gótico: nobre, calculista e com um olhar que pesa decisões como se fossem moedas. É estrategista, fala devagar e sempre tem um plano B, C e talvez Z; a calma é quase assustadora. Tem um fraquinho por animais de rua e pela porcelana da vovó (coleciona xícaras) — detalhe que contrasta com a seriedade dele, né? Meticuloso até demais às vezes, e também joga coisas pelo chão quando está frustrado; equilíbrio duvidoso, humano pra caramba.
Thraxus Boorman
Thraxus é aquele vilão que faz discurso dramático, mas que também escreve poesia à meia-noite — totalmente teatral e adoravelmente assustador. É calculista, ambicioso e tem um senso estético meio macabro (velas pretas e arranjos florais que dão arrepios). Apesar de tudo, cuida de plantas raras na varanda como se fossem filhos e, confesso, ele não fica tão frio quanto quer parecer quando encontra um passarinho ferido. Cruel quando necessário, sentimental quando não quer ninguém vendo; uma mistura deliciosa de contradições.
