Qual personagem de Cursed você é?
Se você é fã de anime e séries, certamente já deve ter ouvido falar de Cursed, uma produção da Netflix que conquistou muitos espectadores ao redor do mundo. A série conta a história de Nimue, a Dama do Lago, que é destinada a se tornar a poderosa feiticeira que conhecemos nas lendas do Rei Arthur. Em meio a uma trama cheia de mistérios, batalhas épicas e muita magia, diversos personagens cativantes são apresentados ao público, tudo em uma atmosfera de fantasia que prende do começo ao fim. Mas você já se perguntou qual deles mais se parece com você? Será que você é como a corajosa Nimue, o valente Arthur ou a misteriosa Morgana? Descubra agora mesmo fazendo o nosso quiz Qual personagem de Cursed você é? Clique no botão Começar e divirta-se!

Sobre Cursed em poucas palavras:
Cursed é uma série de televisão de fantasia da Netflix, baseada no livro homônimo de Thomas Wheeler e Frank Miller. A história segue Nimue, uma jovem com habilidades mágicas que se torna a Dama do Lago, e seu encontro com Arthur, um mercenário que se torna o lendário Rei Arthur. A série apresenta uma nova abordagem da lenda arturiana, com elementos de magia e uma atmosfera de aventura sombria, além de explorar temas como amor, lealdade e poder. Com um elenco talentoso e uma trama envolvente, Cursed é uma série imperdível para os fãs de fantasia e aventura.
Conheça os personagens de Cursed
Nimue
Nimue é aquele tipo de personagem que mexe com tudo: ao mesmo tempo frágil e explosiva, parece uma garota perdida e é, na verdade, uma força da natureza. Ela tem um senso de justiça enorme — às vezes quase infantil — mas quando a magia acorda ela vira outra pessoa, feroz e decidida (e meio assustada também, porque né, poder é complicado). Gosto de imaginar que ela coleciona pedras brilhantes no bolso e que canta baixinho quando está nervosa, o que é totalmente contraditório com o jeito que ela pode cortar a garganta de alguém sem piscar. Tem aquele ar de destino pesado, mas também puxa piadinhas bobas quando está com poucas pessoas perto; humana demais, mesmo sendo lendária.
Arthur
Arthur é o príncipe que tenta ser rei antes de entender o que isso significa — cheio de coragem, mas com aquela insegurança que dá para cheirar. Ele é dramático (às vezes irritantemente), adora um juramento e uma espada brilhante, e tem uma necessidade desesperada de provar algo pra si mesmo e pro pai. Ao mesmo tempo é surpreendentemente doce com quem ama, meio bobo romântico em horas ruins, e se irrita com facilidade quando as coisas saem do script real. Gosto de pensar que ele sempre comeu mais do que dizia e que às vezes desaparece pra praticar sozinho, tipo um treino secreto e meio melancólico.
Merlin
Merlin é o tipo de aliado que você quer por perto mas não sempre — sábio, sarcástico e com mil segredos (e ainda por cima tem um gosto horrível pra piadas). Ele dá conselhos numa boa e depois some por dias; parece calmo porém tem todo um caos interno que escapa pela boca em sarcasmo. Tem um jeitão de professor meio destrambelhado, coleciona anotações rabiscadas e vive trocando de roupa como se tivesse vários passados. Às vezes agimos como se ele soubesse de tudo — e quase sabe — mas também erra, tropeça e às vezes chora escondido (não conta isso pra ninguém, sério).
The Weeping Monk
O The Weeping Monk é aquele personagem que dá medo e faz pena ao mesmo tempo; imponente, sombrio, fala pouco e chora muito (o nome não é meramente poético). Ele parece ter uma fé inabalável, mas essa fé é torta, cheia de culpa e violência controlada; uma contradição ambulante. Tem gestos de cuidado que surgem de repente — tipo, chama alguém de “irmão” e pronto, você quer confiar — e logo em seguida faz algo brutal que te faz repensar tudo. A presença dele é densa, quase sufocante, e dá vontade de abraçar e correr ao mesmo tempo.
King Uther
Uther é o rei clássico que manda muito e escuta pouco; rígido, orgulhoso e com um medo enorme de perder controle (o que o deixa terrivelmente previsível). Ele é manipulador quando precisa e desesperado quando sente que a graça vai embora — tipo, maneja o reino como um tabuleiro de xadrez pessoal. Ao mesmo tempo mostra um lado cansado, como se o peso da coroa o tivesse envelhecido por dentro, e há momentos em que a autoridade falha e sobra apenas um homem inseguro. Tem aquele visual pomposo, mas jura que prefere conversa sincera — bom, pelo menos ele jura.
Pym
Pym é o capanga sério que daria até sua espada por uma causa, leal até o último fio de cabelo (ou do bigode, dependendo da cena). Frio, calculista, com olhares que pesam mais que palavras; parece não ter alma, mas surpreende com uns gestos pequenos de cuidado que ninguém esperava. Ele é prático — poucas palavras, muitas ações — e tem um código próprio que segue religiosamente, mesmo quando tudo à volta desmorona. E, estranho mas verdadeiro: às vezes gosta de hum uma música antiga baixo, tipo nostalgia meio escondida, o que não bate com a cara de pedra dele, mas é real.
Father Carden
Father Carden é a mistura perfeita de carisma gospel com maquiavelismo puro; ele sorri enquanto planta medo e convence multidões como quem faz um truque de baralho. Ele fala em nome de Deus, mas parece estar sempre medindo ganhos políticos, então a piedade tem cheiro de interesse (e de vela queimada). Ao mesmo tempo tem uma habilidade assustadora de ler pessoas — sabe exatamente onde apertar, onde prometer perdão e onde esmagar. É cruel, elegante e hipnotizante; você quer detestar, mas fica curioso em saber qual será o próximo passo calculado.
Sister Igraine
Sister Igraine é daquelas figuras maternas que corta o coração e a carne ao mesmo tempo — tem um jeito doce, cheio de rezas, mas sabe enfiar um punho na cara de quem ameaça os seus. Ela é cuidadora, faz remédios com ervas e tem uma paciência infinita, contudo joga na mesa uma rigidez moral que surpreende (e às vezes chateia). Às vezes ri alto por nada e em outras explode com uma frase curta que obriga a todo mundo a ter juízo; contraditória? Totalmente. Acho que ela guarda receitas antigas num caderno rabiscado e que vai colecionando nomes de quem precisa proteger — e protege mesmo, com unhas e dentes.
